PLATAFORMA

Atualmente, o sistema está disponibilizado para a plataforma Microsoft Windows e Linux.

DESENVOLVIMENTO DESKTOP

A linguagem utilizada para os aplicativos desktop é o Visual Basic, uma linguagem de programação produzida pela empresa Microsoft, e é parte integrante do pacote Microsoft Visual Studio. Sua versão mais recente faz parte do pacote Visual Studio .NET, voltada para aplicações .Net. Sua versão anterior fez parte do Microsoft Visual Studio 6.0, ainda muito utilizado atualmente.

DESENVOLVIMENTO WEB

No ambiente WEB, a linguagem utilizada é o PHP, uma poderosa linguagem que permite criar sites WEB dinâmicos, possibilitando uma interação com o usuário através de formulários, parâmetros da URL e links. A diferença de PHP com relação a linguagens semelhantes a Javascript é que o código PHP é executado no servidor, sendo enviado para o cliente apenas html puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Isso pode ser útil quando o programa está lidando com senhas ou qualquer tipo de informação confidencial.

BANCO DE DADOS

O sistema usa o SQL Server, um dos mais conceituados banco de dados do mundo. O software, da onipresente Microsoft, está atualmente em sua versão 2008, mas isto não impediu que a empresa de Bill Gates lançasse uma atualização para a versão mais antiga.

SISTEMA DE INFORMAÇÕS GEOGRÁFICAS

A utilização de Sistemas de Informação Geográfica como ferramenta de apoio à tomada de decisão vem ganhando destaque nos últimos anos.

Sistema de Informação Geográfica - SIG - pode ser definido como um conjunto integrado de hardware e software para a aquisição, armazenamento, estruturação, manipulação e exibição gráfica de dados espacialmente definidos. Por meio do Geoprocessamento é possível operar bases de dados geográficos e codificar as informações para realizar análises, sínteses e outras atividades afins. Este conjunto de ferramentas possibilita a leitura de dados cartográficos, que uma vez processados, podem produzir inventários de dados geográficos, organizar e fundir dados de diferentes fontes, monitorar e avaliar as condições do ambiente, modelar e predizer as conseqüências das alterações humanas no ambiente.

A idéia básica de que toda ação, movimentação ou dado está vinculado a uma localização geográfica ou espaço, compatibiliza-se perfeitamente com a análise das realizações públicas municipais, principalmente no que se refere à territorialidade urbana. De todas as formas de tecnologias da informação, os Sistemas de Informação Geográfico são os que mais agregam e dinamizam as rotinas, pois permitem melhor visualização das mudanças geográfica e promovem a integração do ambiente em prefeituras.

As Geotecnologias são utilizadas em inúmeras áreas tais como: Meio Ambiente, Telecomunicações, Negócios e Marketing, Monitoramento de Frotas, Agricultura etc. Em cada área a que se aplica, a engenharia de projeto geotecnológico procura criar um modelo de análise específico para o universo a ser estudado, de tal forma que os objetos possam ser observados intrinsecamente e em suas inter-relações.

Na área de Administração Municipal, estuda-se todo o universo que envolve o município, em sua unidade e pluralidade. A cidade é formada pelo ambiente natural (sem intervenção humana) e pelo ambiente construído, com o traçado viário, construções, áreas livres e pessoas. Todos estes fatores que compõem e integram a cidade estão em constante movimento e transformação. Por isto, ter uma ferramenta de diagnóstico e análise eficaz como o SIG é fundamental para compreender melhor o município e consequentemente realizar uma melhor gestão.

Veja algumas imagens do sistema:

ENTERPRISE RESOURCE PLANNING


ENTERPRISE RESOURCE PLANNING (ERP) pode ser definido como uma arquitetura de software modular que integra todas as informações de uma organização.


Histórico dos Sistemas ERP

O uso de computadores como ferramenta de auxilio nas atividades realizados pelas empresas teve início na década de 1960, essencialmente com aplicações financeiras. Neste período, os equipamentos eram caros, lentos e tinham capacidade de processamento e armazenamento muito limitada o que inviabilizava a utilização em massa destes equipamentos.

Na década de 1970, os computadores tornaram-se mais poderosos e baratos, surgem neste período os sistemas MRP (Materials Requirements Planning), voltados para aplicações em empresas manufatureiras. Esses sistemas efetuavam o controle dos estoques e davam apoio a funções de planejamento, produção e compras.

Os sistemas MRP II (Manufacturing Resources Planning) surgiram na década de 1980, como uma ampliação do MRP. Atendendo as necessidades do setor financeiro das empresas.

A expressão ERP – Enterprise Resources Planning começa a ser utilizada no inicio da década de 1990. Quando as empresas percebem que para alcançar melhores resultados deveriam integrar todos os setores da empresa.

As primeiras implantações de sistemas ERP foram relativamente caras e demoradas, particularmente em função da pequena experiência e da inexistência de metodologias de trabalho específicas.

Com o avanço da tecnologia, o ERP tornou-se mais acessível, devido ao desenvolvimento de novas metodologias para utilizá-lo e pela melhoria das ferramentas tecnológicas, que propiciaram maior rapidez e flexibilidade.


Arquitetura cliente-servidor

A arquitetura utilizada em sistemas ERP segue o modelo Cliente/Servidor de três ou quatro camadas:

1. Camada de apresentação: possui o software que interage com o usuário, geralmente uma interface gráfica tendo como dispositivos de entrada o teclado e o mouse. Dentro da camada de apresentação são distribuídos diversos clientes, um em cada microcomputador. Cada cliente representa um usuário.

2. Camada de aplicação: é responsável pela comunicação entre a camada de apresentação e a base de dados, essa camada possui toda a parte funcional.

3. Base de dados: é a mais interna das camadas, essa camada é responsável por toda a gestão dos dados.

Vantagens

A vantagem de um sistema ERP é a sua habilidade em eliminar a redundância de dados. Isto permite que a empresa/município padronize seu sistema de informações e tenha um banco de dados fiel à realidade. O resultado é uma organização com um fluxo de dados consistente que flui entre as diferentes interfaces. Na essência, o ERP propicia a informação correta, para a pessoa correta e no momento correto.

Modelo de E.R.P

CENTRO ÚNICO DE CADASTRO

O sistema de banco de dados utilizado pelos nossos softwares tem um diferencial dos demais, o foco no cidadão. O cadastrado é feito uma única vez, gerando informações que serão utilizadas pelas diversas áreas. A idéia é que o cidadão e, consequentemente, suas ações sejam o centro do sistema e não as unidades prestadoras de serviço municipais. Assim, ao invés de vários cadastros dispostos setorialmente (cadastro de contribuinte, cadastro do paciente no posto de saúde, cadastro escolar) que não se comunicam, existe um único banco de dados que integra as informações de vários setores, formando um cadastro do cidadão com um histórico de suas passagens pelos serviços municipais.

Por se tratar de um banco de dados único, todas as áreas incluem ou modificam os dados de um mesmo cidadão. Para garantir a integridade e confiabilidade das informações, foi desenvolvido o Centro Único de Cadastro – CUC. Este módulo tem como objetivo, “blindar” as informações básicas dos munícipes para que não ocorra nenhum erro no cadastro, prejudicando a funcionalidade do sistema. A central de cadastro realiza um processo de certificação e validação de informações pré-estabelecidos para garantir a credibilidade e veracidade dos dados coletados.

Modelo de CUC:

NORMALIZAÇÃO DAS BASES DE DADOS CORPORATIVAS

A normalização das bases de dados corporativos é uma atividade fundamental para o processo de implantação dos módulos do sistema. Uma informação incorreta ou duplicada compromete a integridade relacional das informações, conceito indispensável na proposta de banco dados único e multifinalitário.

A normalização ocorre em 3 etapas.

1- Coleta da base de dados do município:

Normalmente a coleta de dados é realizada a partir de um banco de dados já existente fornecido pela prefeitura. Caso contrário, os arquivos e dados dão digitalizados e importados para o sistema.

2- Higienização dos dados:

Nesta etapa ocorre a “limpeza” dos dados, ou seja, são retiradas as redundâncias e as duplicidades, as informações incompletas são preenchidas, e o banco de dados é padronizado. É realizado o refinamento das informações.

Cruzamento das informações:

Após a formação de um banco de dados integro e confiável, é possível cruzar informações gerando um processo de unificação dos dados.

As informações do cadastro são dispostas em dados básicos (cidade, bairro, logradouro, pessoa física, pessoa jurídica) e dados setoriais (referentes/ restritas a cada setor).

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